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O problema
O criativo que ia vencer, você quase não publicou.
Duas semanas discutindo conceito, cinco criativos na mesa, reunião de aprovação com executivos de três times. No fim, três finalistas escolhidos por uma mistura de instinto, referência de campanha anterior e política interna. Os anúncios sobem e, a partir daí, quem decide o que fica é o algoritmo, gastando seu orçamento até chegar numa resposta.
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Chegar na reunião com criativos nunca foi difícil. Sair da reunião sabendo qual criativo funciona é o que muita gente ainda não sabe resolver.
A resposta que importa, aquela que mexe no CAC e no CTR, só aparece depois de duas semanas de mídia paga. E até ela aparecer, todo mundo defende a própria aposta com o que tem em mãos.
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O método
Com o Nexus, você sobe até cinco criativos com as personas sintéticas do seu público real e, em horas, tem o ranking, os insights por segmento, o que cada persona respondeu, por quê e o que precisaria mudar em cada criativo para reverter quem rejeitou.
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A defesa da campanha deixa de ser opinião e vira evidência. Você entra no board com leitura de reação do público, não com storytelling de agência.
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O criativo que ia terminar em quinto na média pode ser o campeão para um segmento específico. Em vez de escolher um vencedor único, você distribui criativo por perfil de audiência.
E, em muitos casos, o problema nem era o criativo, mas o direcionamento, uma distinção que só aparece na análise pós-campanha, quando o orçamento já foi gasto.
No fim, você para de pagar mídia para descobrir o que já podia saber.
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